Você já ouviu falar em reserva financeira de emergência, possui a sua?

Gostaria de lhe convidar a fazer a seguinte reflexão: caso você, inesperadamente, perdesse sua fonte de renda, como você iria proceder para se sustentar? E sua família?

Pois é, se trata de uma situação crítica, e na maioria das vezes isso significa que você ficará sem chão, o que gerará um quadro de estresse extremo, ansiedade, depressão, problemas familiares...

Ninguém está livre de imprevistos como desemprego, problemas de saúde, despesas inesperadas para custear questões familiares ou conserto do carro ou do próprio imóvel, por exemplo.

É por esse motivo que uma das lições básicas da educação financeira é compreender a utilidade de se criar uma reserva de emergência, pois ela irá suportar suas despesas básicas por um determinado período.

De uma maneira geral, a reserva de emergência deve ter recursos suficientes para cobrir, no mínimo, um período de 6 meses das suas despesas básicas mensais, pois assim terá condições de sobreviver por pelo menos um semestre.

Isso significa que se a soma das suas despesas fixas mensais der, por exemplo, R$ 2.000,00 por mês, você deverá assegurar uma reserva com recursos de no mínimo R$ 12.000,00.

Esse dinheiro deverá estar em um investimento que possua liquidez diária, ou seja, ele tem que estar disponível para você o mais breve possível, então analise bem onde irá investi-lo.

Caso não consiga constituir a sua reserva financeira de emergência sozinho, o auxílio de um Educador Financeiro poderá ser extremamente útil.

Lembre-se: quanto mais demorar para tomar uma decisão sobre sua situação financeira, mais ela irá piorar, e o seu futuro depende das suas ações e pensamentos no presente.

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